O glaucoma não é diagnosticado por um exame só. O médico junta a pressão do olho, o aspecto do nervo óptico e o campo de visão. Estes são os exames mais usados.
Mede a pressão dentro do olho naquele momento. É feita na consulta, com colírio anestésico.
A pressão do olho varia ao longo do dia e costuma ser mais alta pela manhã. Na curva tensional, ela é medida em horários diferentes do mesmo dia, o que mostra picos e variações que uma medida isolada não pega. Ajuda a decidir se é preciso tratar e se o tratamento em uso está funcionando. A equipe informa os horários das medidas no agendamento.
Com uma lente especial apoiada no olho, depois de um colírio anestésico, o médico examina o ângulo da câmara anterior, por onde sai o líquido do olho (humor aquoso). É o exame que separa o glaucoma de ângulo aberto do de ângulo fechado, e isso muda o tratamento.
Avalia a visão central e a periférica. Usa um estímulo de dupla frequência que testa as células que costumam ser afetadas primeiro no glaucoma. Mostra perdas no campo de visão que a pessoa ainda não percebeu.
Imagem em camadas do nervo óptico e das fibras da retina, útil para acompanhar a doença ao longo do tempo.
Laser e cirurgia são opções para baixar a pressão quando o tratamento com colírios não controla a doença.
Não. O glaucoma tem controle: colírios, laser ou cirurgia baixam a pressão do olho para frear a doença. O acompanhamento é contínuo, com consultas e exames periódicos.
Não. O dano ao nervo óptico não é revertido pelo tratamento. Por isso o objetivo é descobrir cedo e manter a pressão controlada para proteger a visão que existe.
A tonometria é uma medida da pressão do olho em um momento. A curva tensional repete essa medida em horários diferentes do mesmo dia, porque a pressão varia e costuma ser mais alta pela manhã.
Não. Você olha para um ponto fixo e aperta um botão sempre que percebe um estímulo. O exame é feito em um olho de cada vez.
Pessoas acima de 40 anos, quem tem glaucoma na família, miopia alta, diabetes ou pressão do olho elevada em alguma consulta. A frequência das consultas é definida pelo oftalmologista.